quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009

DIPLOMACIA BRASILEIRA TOMA CAMINHOS EQUIVOCADOS (DIREITOS HUMANOS IMORAL DO PT E GOVERNO LULA)

DIPLOMACIA BRASILEIRA TOMA CAMINHOS EQUIVOCADOS (DIREITOS HUMANOS IMORAL DO PT E GOVERNO LULA), grifo do Prof. Luis Cavalcante - http://direitoreformacional.blogspot.com

A diplomacia brasileira, fugindo à sua história repleta de capítulos honrosos, tem tomado caminhos extremamente equivocados nos últimos tempos, como as decisões tomadas em janeiro de conceder asilo ao terrorista Cesare Bettisti, foragido após ser condenado pelo assassinato de quatro pessoas na Itália, e de condenar Israel pelos ataques ao Hamas. Aliás, o Itamaraty tem se mostrado favorável a grupos radicais e violentos de esquerda e a seus similares palestinos, e contra Israel, seguindo a linha do PT, condescende com os métodos dos grupos terroristas Hamas e Hezbollah, no Oriente Médio, e as Farc, na Colômbia, negando-se, inclusive, a chamar esses grupos de terroristas. Há pouco tempo, o governo brasileiro chegou a pedir à ONU o absurdo de tirar esses grupos da classificação de terrorismo.

Mas não é a primeira vez que o governo demonstra antipatia a Israel. Na única visita de Lula ao Oriente Médio como presidente, o único país que ele não visitou em toda aquela região foi justamente o único país democrático dali: Israel. E agora, em janeiro, o Brasil votou contra Israel no Conselho de Direitos Humanos da ONU, contra um país que não comete genocídio nem terrorismo de Estado, mas apenas se defende dos ataques de um grupo terrorista. E na nota oficial do Itamaraty, o governo condenou Israel pelos ataques de auto-defesa e omitiu-se de fazer qualquer crítica aos terroristas do Hamas. O PT também publicou uma nota oficial afirmando que Israel é um Estado criminoso e exaltando os terroristas do Hamas. E em 11 de janeiro, o PT, o PSTU e o PC do B ainda realizaram uma passeata no centro de São Paulo contra Israel onde alguns manifestantes estavam vestidos como skinheads. De coturno e tudo. Como não poderia deixar de ser, entidades judaicas de todo o país e outros segmentos da sociedade manifestaram seu repúdio às manifestações do Itamaraty e do PT.

O curioso e trágico é que o governo brasileiro, em dezembro de 2006, fez lobby e votou para que o Conselho de Direitos Humanos da ONU não condenasse o massacre promovido pelos líderes islâmicos no Sudão, que até então havia ceifado a vida de 200 mil sudaneses, a maioria esmagadora de cristãos. Por causa da oposição de países africanos e árabes, da China e de apenas dois países do Ocidente – Cuba e Brasil –, o Conselho de Direitos Humanos só conseguiu aprovar o envio de uma missão de especialistas para avaliar a crise na região de Darfur. O documento final que autorizava o envio da missão não criticava o governo do Sudão nem falava de responsabilidades pelo massacre. O acordo evitou que fosse votada a proposta dos países ocidentais (EUA e União Européia) de condenar o governo do Sudão, que promove o massacre. Depois do envio dos cinco especialistas à região para analisar a situação, nada aconteceu. Hoje, já passam de 300 mil os mortos do massacre islâmico em Darfur. Uma vergonha.

http://www.cpad.com.br/cpad/paginas/mensageiro.htm

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