domingo, 12 de agosto de 2012

Urgente: Um Estado Mínimo!

Gostei muito do texto e acredito que os tempos estão se tornando muito difíceis para nós, cristãos brasileiros. Influenciar no governo da República é extremamente importante pra nós. Um exemplo prático que temos é o da bancada evangélica no Congresso, que impede ou retarda muitas das medidas progressistas ou esquerdistas que tem como objetivos perseguir a Igreja e destruir a família.

Mas além de reforçar a sugestão de procurar o candidato que seja ético e moral, queria colocar algo que acho que pouco se debate entre os conservadores, pelo ou menos os brasileiros: o nosso maior inimigo não simplesmente o governo de turno - hoje, principalmente o federal, do PT - mas O ESTADO.

O Estado assumiu um papel na sociedade tão grande que ele compete com a Igreja e com Deus na cabeça das pessoas. Primeiro, e mais grave de tudo: o Estado passou a ser o dono da verdade. Não existe um argumento lógico pra que alguém sustente um Estado forte. Ele é agressivo por natureza, foi criado pelos homens pra não não nos matássemos, mas usou esse superpoder pra impor às pessoas algo mais do que a força que mantém a paz. Pare e pense: quem hoje pensa na possibilidade de se acabar com saúde e educação públicas, por exemplo? Ambos são insustentáveis, produzem mais mortos e semi-analfabetos do que sãos e doutos. São serviços usados pelos corruptos para praticar o mal, assim como qualquer outro serviço público. Somente se pudéssemos eleger somente homens altruístas o Estado funcionaria bem. Mas isso é algo impossível de se ter.

E com o laicismo moderno o Estado atribuiu a si o poder de tudo: define o que é ou não casamento, família, tenta monopolizar a "caridade", cria leis que impedem que haja uma justiça reta, enfim, TIRA DE NÓS o poder de mandarmos em boa parte de nossas vidas.

Pra resumir o que eu acho que deveria ser feito: a Igreja devia pregar a redistribuição dos poderes estatais, consistindo isso em reduzi-lo a praticamente nada, e assumir o papel social que o Estado tenta monopolizar não pelo bem da caridade, mas por isso torná-lo um ente inevitável na cabeça das pessoas, por pior que ele seja. E esse papel social é, aliás, algo que o Senhor nos determinou a fazer como membros de Seu corpo afinal, não devemos nos esquecer dos órfãos e das viúvas.

Pra um cristão viver em paz com sua família e sua Igreja, só com um estado mínimo. Até mesmo quando igrejas perseguiam umas às outras usavam o estado civil como braço armado. Enfim, esse ente é inimigo natural do cristianismo.

Rafael P. Evangelista
Graduando em Engenharia Mecânica - IFBA
Salvador - BA

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"Pois do SENHOR é o reino, é Ele quem governa as nações."
(Salmos 22:28)

CRISTÃOS FEDERADOS
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